terça-feira, 19 de maio de 2015

TIPOS DE VAMPIROS



CONHEÇA OS PRINCIPAIS TIPOS DE VAMPIROS
O jornalista Luís Pellegrini, em matéria publicada na revista Planeta, fez uma relação muito boa dos tipos mais comuns de vampiros. Baseados nessa matéria, vamos enumerar alguns. Você também pode descobrir outros tipos. Divirta-se, afinal o bom humor é a melhor defesa!

Vampiro Cobrador:  cobra sempre, de tudo e todos. Quando nos encontramos com ele, quer logo saber por que não lhe telefonamos ou visitamos. Se você vestir a carapuça e se sentir culpado, estará abrindo as portas.

Vampiro Crítico:  só sabe criticar. Todas as observações são negativas e destrutivas. Vê a vida somente pelo lado sombrio. A maledicência tende a criar na vítima um estado de alma escuro e pesado e abrirá sue sistema para que a energia seja sugada.

Vampiro Adulador:  é o famoso puxa-saco. Adula o ego da vítima, cobrindo-a de lisonjas e elogios falsos, tentando seduzir pela adulação. Muito cuidado para não dar ouvidos ao adulador, pois ele simplesmente espera que o orgulho da vítima abra as portas da aura para sugar a energia.

Vampiro Reclamador:  é aquele tipo que reclama de tudo, de todos, da vida, do governo, do tempo. Opõe-se a tudo, exige, reivindica, protesta sem parar, deixando você com sensação de que o mundo está perdido.

Vampiro Inquiridor:  sua língua é uma metralhadora. Dispara perguntas sobre tudo e não dá tempo para que a vítima responda, pois já dispara mais uma rajada de perguntas. Na verdade, ele não quer respostas e sim apenas desestabilizar o equilíbrio mental da vítima, perturbando seu fluxo normal de pensamentos.

Vampiro Lamentoso ou coitadinho: São os lamentadores profissionais, que anos a fio choram suas desgraças. Para sugar a energia da vítima, ataca pelo lado emocional e afetivo. Quando alguém lhe conta todas as coisas horríveis que já lhe aconteceu, insinuando que todos são responsáveis pela situação que se encontra (menos ele, é claro) e que se ninguém ajudá-lo, essas coisas horríveis vão continuar, essa pessoa está buscando fazer você se ligar a ele pelo sentimento de pena e, de forma passiva, começa a sugar energias. Nunca se viu com alguém que o faz se sentir culpado quando está em sua presença, mesmo sabendo que não existe nenhum motivo para você se sentir assim? Quando isto acontece, é porque que você entra no mundo dramático de um coitadinho. Tudo que eles dizem e fazem nos deixam numa posição em que parece que não estamos fazendo o bastante para ajudá-los e, por isso, nos sentimos culpados. Existem pessoas que chegam ao extremo que for necessário para conseguir sugar a energia da família e, depois disso, essa estratégia passa a ser a maneira dominante para extrair energia de todos, repetindo-a  constantemente.

Vampiro Pegajoso:  investe contra as portas da sensualidade e sexualidade da vítima. Aproxima-se como se quisesse lambê-la com os olhos, com as mãos, com a língua. Parece um polvo querendo envolver a pessoa com seus tentáculos.

Vampiro Grilo-Falante:   a porta de entrada que ele quer arrombar é o seu ouvido. Fala, absoluto, durante horas, e, enquanto mantém a atenção da vítima ocupada, suga sua energia vital.

Vampiro Hipocondríaco:  cada dia aparece com uma doença nova. Adora colecionar bula de remédios. Desse jeito chama a atenção dos outros, despertando preocupação e cuidados, sugando as energias de todos.

Vampiro Encrenqueiro:  para ele, o mundo é um campo de batalha onde as coisas só são resolvidas na base do tapa. Quer que a vítima compre a sua briga, provocando nela um estado raivoso, irado e agressivo, baixando suas defesas.

Vampiro Intimidador:  ameaça as pessoas tentando envolvê-las através da agressividade. Se a pessoa agredida se ligar àquele nível de energia e passar a lhe dar atenção, cria-se um vínculo energético, uma simbiose, assim o agressor atinge o seu objetivo, porque o agredido passa a transmitir energia para ele através de mágoas, rancor, ódio, etc.  Portanto, quando passamos a combater a agressão com agressão, passamos a ser vampirizados e, por conseqüência, a também sugar energia dos outros.

Uma forma de entendermos a existência de pessoas violentas, agressivas, destrutivas (que criticam tudo), que reclamam de tudo, que se queixam de tudo, é porque estas atitudes são formas de sugar a energias das outras pessoas. Por não conseguirem se abastecer de energias apropriadamente, ou seja, ligando-se com a energia cósmica, porque não se moralizam, não largam seus vícios, não mudam seus comportamentos egoísticos, encontram nestas formas de ser o meio de sugar a energia das outras pessoas.

A pior violência que os sugadores de energia fazem é escolher como suas vítimas as pessoas que se encontram enfraquecidas, porque estão entregues a doenças físicas, ou perturbadas psiquicamente, ou ainda, sendo vampirizadas por espíritos que a induziram a processos obsessivos.


Sugadores de energia
Parece mentira, mas há pessoas que parecem "sugar" energia da gente! O Ph. D. em Administração de Empresa Luiz Almeida Marins Filho, relatou em um dos seus livros, que certa vez estava muito bem, alegre e satisfeito. E encontrou-se num shopping com um amigo e em meia hora de conversa, o amigo deixou-o um verdadeiro "trapo", deprimido, triste.
Depois ficou pensando no que aconteceu e logo percebeu que aquela conversa horrível do “amigo”, falando só de doenças, roubos, estupros, filho de amigos que haviam caído no vício, desemprego, falta de dinheiro, etc. acabou roubando-lhe a sua energia positiva! Quando acabou a conversa (onde só o amigo falou) ele parecia estar melhor do que nunca e, diz o Dr. Luiz, eu... em profunda depressão. Cuidado com esses “sugadores de energia positiva”. Eles estão em todo o lugar: no trabalho, na família, na roda de amigos. Eles só sabem falar de desgraças. Só lêem obituário dos jornais e a seção de crimes horrendos, gravam em vídeo o noticiário policial. Fazem estatísticas e sabem de cor quantos seqüestros ainda não foram desvendados, quantas crianças continuam desaparecidas, quantos sem-teto, sem-terra, sem-emprego, sem-tudo existem no mundo! Essas são aquelas pessoas que quando você propõe um piquenique elas logo dizem: "- Vai chover!". São pessoas que azedam baldes de sal-de-fruta. Eles são sempre "do contra". Avisam que "não vai dar certo" e torcem para que nada aconteça. Depois dizem: "- Eu sabia que não ia dar certo...".
Esses "sugadores de energia" vivem da energia alheia e é muito difícil conviver com alguém "puxando você prá baixo" o tempo todo. Não seja você também um "sugador de energia"
Que felicidade que seria a nossa, se aprendêssemos a expulsar da nossa memória as coisas desagradáveis, idéias tristes e deprimentes. Com certeza, nossa força iria multiplicar se pudéssemos conservar só os pensamentos que elevam e animam. Há pessoas que não podem se lembrar das coisas agradáveis. Quando nos encontram, tem sempre algo de triste a contar. Com qualquer mal que sofreram, se angustiam muito. Como se não bastasse, se preocupam até com que vão sofrer... Sabem lembrar-se só de fatos discordantes. Dão a idéia de um armazém de quinquilharias, objetos inúteis e deteriorados. Retém tudo mentalmente, com medo de precisarem uma vez ou outra, disto ou daquilo, de maneira que o seu armazém mental está entulhado de detritos...
Bastaria que estas pessoas fizessem uma limpeza regular, que as livrassem dos montões inúteis e depois, organizassem o que sobrou, para terem êxitos. No entanto, não são incomuns, pessoas que se "enterraram" na infelicidade e na desarmonia. Outras fazem exatamente o contrário. Falam sempre de coisas agradáveis e interessantes experiências que têm feito. São indivíduos que passaram até perdas, aflições, mas falam delas tão poucas vezes, que parece nunca terem tido na vida, senão boa sorte e amigos. Estas pessoas fazem-se amar.
O hábito de mostrar aos outros o nosso aspecto positivo, é o resultado do nosso equilíbrio interior.
Quando estamos tristes por algum sofrimento, devemos procurar a sua causa para eliminá-lo.
Geralmente, porém, quando sofremos, buscamos a causa fora de nós.
Vemos pessoas se queixando que tem má sorte, suspeitando que seu vizinho seja a causa, porque não se dá com ele, ao passo que ele é bem favorecido com a sorte nos negócios, na vida familiar, sendo estimado inclusive, pelos conhecidos. Se examinarmos as circunstâncias da vida destas pessoas, verificaremos que a queixosa é negligente, gastadora, intolerante nas opiniões e indisciplinada, ao passo que a outra pessoa é cumpridora dos seus deveres, econômica, modesta, não calunia, nem adula. Emprega bem o seu tempo disponível lendo bons livros, fazendo cursos, esportes, ajudando seu próximo, sendo útil. Por isso, é estimada. Ao passo que a queixosa, está sempre perdendo (tempo, trabalho, fregueses, dinheiro, a família e os amigos), e sempre não tem tempo. Vamos eliminar dos nossos corações, a desconfiança, o ódio, a inveja e a descrença e vamos cultivar a alegria, a fé e a crença no amor e na Justiça Divina, e será certo que venceremos na luta que a vida nos destina.


NECESSIDADE DE UMA CARGA ENERGÉTICA VITAL
Todos nós possuímos necessidade de uma carga energética vital para nutrir nossos corpos físico e espiritual. À medida que gastamos a carga energética vital ela deve ser reposta, os mecanismos naturais de recomposição (respiração, alimentação, absorção fluido Fluidos Cósmico Universal cósmico universal e fluidos vitais através dos chacras, que será etc).
A reposição dessa carga energética vital na quantidade mínima que necessitamos para manter a vida depende de vários fatores, tais como: o modo de vida, o meio, a qualidade dos pensamentos, sentimentos, das sensações, entre outros. 



NUTRIÇÃO ENERGÉTICA

Uma parte da energia que precisamos nós obtém através da alimentação, ou seja, através de comida sólida e líquida, o arroz-feijão de cada dia. Outra parte das energias vitais absorveu através da respiração. Porém, a maior parte de energia Vital que necessitamos é extraído do Fluido Cósmico Universal que é absorvido diretamente pelo perispírito através dos centros de forças.


Nossa nutrição energética acontece, em geral, de modo inconsciente, automático, orientado e regulado pela própria inteligência instintiva dos nossos corpos físico e espiritual.


COMO O FLUIDO CÓSMICO UNIVERSAL É TRANSFORMADO EM FLUIDO VITAL?
O Fluído Cósmico Universal é absorvido por todos os centros de forças.



QUANTIDADE DA CARGA DE ENERGIA VITAL
Não existe um limite para a quantidade máxima de carga energética vital. Quanto mais, melhor teremos vida mais ativa. Muitas vezes esses meios naturais não são suficientes para repor a quantidade de carga energética vital que estamos gastando, e passamos a ter carência energética.

Porém, as circunstâncias negativas, as quais muitas vezes deixamos nos tomar conta, consomem muito mais energia vital do que as circunstâncias positivas, causando em nós um déficit energético.



A RELAÇÃO ENTRE SENTIMENTOS E A PRODUÇÃO DE FLUIDO VITAL 
Como vimos à maior parte de energia Vital que necessitamos é extraído do Fluido Cósmico Universal que é absorvido diretamente pelo perispírito através dos centros de forças.
O Fluído Cósmico Universal é absorvido por todos os centros de forças, porém os chacras intermediários do perispírito são os responsáveis de transformá-lo em Fluído Vital Espiritual para metabolização no perispírito e depois é canalizado para o duplo-etérico para densificá-lo, transformando-o em Fluído Vital Físico e direcionando-o para o organismo, com maior ou menor intensidade, de acordo com os sentimentos da criatura.
Quando obstruímos os chacras, principalmente o chacra esplênico, bloqueamos a maior parte de entrada de energia vital.


Quando temos bons sentimentos estamos sempre com o nosso nível de fluido vital no máximo. Quando alternamos entre bons e maus sentimentos ficamos com nível intermediário. Quando a maior parte do tempo cultivamos maus sentimentos o nosso nível de fluido vital fica no nível mínimo.


PARA EVITAR CARÊNCIA DA CARGA ENERGÉTICA
Para não termos carência da carga energética vital devemos:
1º. Alimentar-se de forma adequada (Vitaminas e Minerais);
2º. Combater e eliminar os vícios;
3º. Melhorar os pensamentos e os sentimentos.

 
Quando nos alimentamos de forma inadequada, ingerindo alimentos pobres em vitaminas e minerais provocamos desnutrição energética. Fumar, se embriagar, se drogar, etc., gastam muita energia vital causando desnutrição energética. Porém, a pior desnutrição energética é provocada por sentimentos negativos. Por isso, melhorar os pensamentos e os sentimentos são fatores importantes e fundamentais para preservar os níveis e fluxos energéticos, porque mantém os chacras livres das energias densas produzidas pelos sentimentos negativos que bloqueiam os chacras impedindo a produção de fluidos vitais.

Quando nos aproximamos de outra pessoa sempre ocorrerá uma simbiose energética. Por isso estamos permanentemente trocando energias com outras pessoas, tais como as que vivem nossas casas, no ambiente de trabalho, nos locais públicos.


Ao mesmo tempo, cada um de nós interage com outros seres humanos que de nós se aproximam, estabelecendo com eles os mais variados tipos de combinações energéticas, influenciando-os e por eles sendo influenciados.


De forma permanente trocamos energias com sistemas externos, tais como nossas casas, ambiente de trabalho, nos locais públicos.


DIFICULDADES NA PRODUÇÃO DE ENERGIA VITAL
Como vimos, quando se obstrui ou fecha o chacra esplênico, bloqueia-se a maior parte da entrada de energia vital, e a pessoa passa perder força vital e não mais produz uma impressão vigorosa. A pessoa passa a agir como se não estivesse “presente”. Estará por baixo em matéria de energia e ficará enfermiça. Faltar-lhe-á força física. A pessoa fica sem estrutura para se identificar, fecha-se no mundo, vive no passado, sem alegria, sem satisfação. Há perda de apetite, ansiedade, aflição, palpitação, angústia, desespero, medo, pânico. Falta de equilíbrio emocional, falta de ânimo, falta de força, desgaste físico. Falta de criatividade, dificuldade de expressão. A pessoa se fecha, não consegue se livrar da angústia.



LIGAÇÃO PLENA COM A ENERGIA VITAL CÓSMICA
Quando temos os chacras livres das energias negativas nos ligamos a uma Fonte inesgotável de Fluidos e poderemos produzir muita energia vital. A afirmação de energia vital, combinada com a vontade de viver, dá ao indivíduo uma “presença” de força e vitalidade. Ele afirma “Estou aqui agora” e, com efeito, se acha bem fundamentado na realidade física. A “presença” da força e da vitalidade emana dele em forma de energia vital, amiúde age como gerador, ativando os que o rodeiam, recarregando-lhes os sistemas de energia. Possui uma forte vontade de viver.


SUGADORES DE ENERGIAS
Pessoas físicas e psicologicamente sadias e equilibradas nutrem-se, diretamente, nas fontes naturais de energia. Mas, as pessoas desequilibradas, que, por terem perdido o contato com a sua própria natureza interna mais profunda, perderam, também, a capacidade de absorver e processar o alimento energético natural precisam, para sobreviver, por
em prática um expediente horrível: sugar a energia vital de outras
pessoas. Estas pessoas são chamadas de “sugadores de energias”. 
As características de um sugador são muitas. Mas, a principal e da
qual todas as demais derivam, é o egocentrismo. Quanto mais a pessoa
estiver voltada para si mesma, concentrada em si mesma, mais ela terá
dificuldade para estabelecer contato com fontes naturais de nutrição
energética e maior será sua tendência para sugar energia vital dos
outros.


MECANISMO DOS SUGADORES DE ENERGIA
No caso dos sugadores de energia ocorrerá que ele praticamente não terá energia para transmitir. As pessoas se tornam Sugadoras de Energia porque absorvem a energia do outro e por estarem debilitadas, metabolizam e consomem toda a energia absorvida e não sobra nada para retornarem a outra pessoa. E toda energia que o Sugador absorver será metabolizada e consumida pelo seus organismos físico e espiritual, ou seja, irá absorver muito mais do que emitir, causando assim um déficit energético na outra pessoa.


MECANISMO DE DEFESA
Todos nós, por outro lado, somos, naturalmente, dotados de mecanismos de defesa contra a perda de energia vital. Mas, quando perdemos a posse e o controle de nosso centro de gravidade, quando, por stress, cansaço, tristeza, depressão, mania, frustração, neurose, o projetamos para fora de nós mesmos, alteramos e debilitamos a estrutura do corpo sutil, tornando-o permeável a invasores.

Assim nos tornamos presas fáceis dos sugadores de energias, porque aceitamos suas provocações com facilidade, e isto nos vincula a eles. Por delibitação energética está se colocando em condição de presa fácil dos espíritos obsessores, que normalmente insuflam idéias de depressão, angústia, autoflagelamento, suicídios, etc.


OS TIPOS DE SUGADORES DE ENERGIAS


O ESPECULADOR
Existem pessoas que usam a maneira de adquirir energia, fazendo perguntas para sondar o mundo da outra pessoa, com o propósito específico de descobrir alguma coisa errada. Assim que fazem isso, criticam esse aspecto da vida da outra pessoa, se essa estratégia der certo, aí a pessoa criticada é atraída para a vampirização. Se a pessoa criticada se ligar àquele nível de energia, passar a dar atenção às críticas, cria-se um vínculo energético, uma simbiose, assim o especulador atinge o seu objetivo porque o criticado passa a transmitir energia para ele.


O COITADINHO
Quando alguém lhe conta todas as coisas horríveis que já aconteceram com ele, insinuando que todos são responsáveis pela situação que se encontra, menos ele é claro, e que se ninguém ajudá-lo essas coisas horríveis vão continuar, essa pessoa está buscando fazer você se ligar a ele pelo sentimento de pena e de forma passiva começa a sugar energias, este tipo de vampirização chamamos de coitadinho. Pense nisso num instante. Nunca se viu com alguém que o faz se sentir culpado quando está em presença dele, mesmo sabendo que não existe nenhum motivo para se sentir assim?
Quando isto acontece, é que você entra no mundo dramático de um coitadinho.
Tudo que eles dizem e fazem nos deixam numa posição em que parece que não estamos fazendo o bastante para ajudá-la. Por isso é que nos sentimos culpados só por estar perto dela.
Existem pessoas que chegam ao extremo que for necessário para conseguir sugar a energia da família. E depois disso, essa estratégia passa a ser a maneira dominante para extrair energia de todos, repetindo-a constantemente.


O INTIMIDADOR
Tem também o intimidador, que ameaça as pessoas tentando envolvê-las através da agressividade. Se a pessoa agredida se ligar àquele nível de energia, passar a dar atenção, cria-se um vínculo energético, uma simbiose, assim o agressor atinge o seu objetivo porque o agredido passa a transmitir energia para ele através de mágoas, rancor, ódio, etc. Portanto, quando passamos a combater a agressão com a agressão passamos a ser vampirizados assim como também sugar energia dos outros.



AS PESSOAS DE MAU COMPORTAMENTO SUGAM ENERGIA
Uma forma de entendemos a existência de pessoas violentas, agressivas, destrutivas (que criticam tudo), que reclamam de tudo, que se queixam de tudo, é porque estas atitudes são formas de sugar a energias das outras pessoas. Por não conseguirem se ligar com a energia cósmica, porque não se moralizam, não largam seus vícios, não mudam seus comportamentos egoísticos, encontram nestas formas de ser, o meio de sugar a energia das outras pessoas.


EXEMPLO DE COMO AGEM OS SUGADORES DE ENERGIA
Quando duas pessoas se postam frente a frente para uma conversação, e começa ocorrer disputa de opiniões, críticas, intimidações, etc. Imediatamente os campos de energia dos dois irão tornar-se de algum modo mais densos e excitados, como por uma vibração interna. À medida que prosseguir a conversa, os campos começarão a misturar-se. No final, quem conseguir argumentar melhor, sairá mais fortalecido, porque estará com parte da energia do outro, e em consequência, o outro sairá com menos energia, portanto, enfraquecido, se
sentindo esgotado, Tudo isso ainda é inconsciente na maioria das pessoas. Tudo que sabemos é que nos sentimos fracos quando perdemos uma discussão, e quando vencemos nos sentimos melhor.
Em resumo, vimos que dominar outro faz o dominador se sentir poderoso e esperto, porque suga a energia vital dos que são dominados.



FLUXO E REFLUXO DAS ENERGIAS SUGADAS
Quando um deles estabelecer um ponto que demonstre certa vantagem sobre o adversário, seu campo criará um movimento que parecerá sugar o campo de energia do outro. Mas aí, quando a outra pessoa fizer sua refutação, a energia refluirá novamente para ela. Em termos da dinâmica dos campos de energia, marcar o ponto parece significar apoderar-se de parte do campo de energia do adversário e puxá-la para dentro de si.



A MAIOR VIOLÊNCIA COMETIDA PELOS SUGADORES DE ENERGIA
A pior violência que os sugadores de energia fazem é escolher como suas vítimas as pessoas que se encontram enfraquecidas, porque estão entregues a doenças físicas, ou perturbadas psiquicamente, e ou ainda, sendo vampirizadas por espíritos que a induziram a processos obsessivos.


O QUE ACONTECE QUANDO MÉDIUM QUE TEM CARÊNCIA DE ENERGIA VITAL

Toda pessoa que tem sentimentos negativos produz pouco fluido vital e dificulta o fluxo. Toda a pessoa que tem sentimentos negativos tem carência energética vital, portanto, ao dar passe o passista irá vampirizar o paciente sugando a carga energética vital.


Fumar gasta muita energia vital. Se embriagar gasta muita energia vital. Toda a pessoa que fuma ou bebe tem carência energética vital, portanto, ao dar passe o médium irá vampirizar o paciente sugando a carga energética vital. O médium que te m vícios ao dar passagem psicofônica sugará a energia vital do espírito comunicante. Idem para qualquer outro tipo de mediunidade. Mágoas, más paixões, egoísmo, orgulho, vaidade, cupidez, vida desonesta, adultério etc, também causam deficiência energética vital. O passista não precisa ser um santo, mas necessita esforçar-se na melhoria íntima e no aprendizado intelectual. Todos podemos ministrar passes, porém é necessário um mínimo de preparo moral a fim de que realmente possamos ajudar.


DOAR ENERGIA COM AMOR NÃO NOS FARÁ FALTA
Não nos esqueçamos, vivemos ligados a uma Fonte Inesgotável de Energias vitais. Se estivermos com a nossa carga de energia vital completa, não sentiremos falta quando outras pessoas absorverem energias de nós. Pelo contrário nos sentiremos felizes de poder doar a nossa energia vital com amor. Doar energia vital com amor não nos fará falta. Porém, para doar energia vital com amor temos que cuidar dos nossos pensamentos e sentimentos. 
Quando começamos a apreciar a beleza, admirar detalhes e prestar atenção nas coisas, nas pessoas, passaremos a contemplar o princípio da emoção de amor.
O papel do amor está mal compreendido. Devemos sentir amor por tudo. O amor não é uma coisa que devemos fazer para ser bons ou tornar o mundo um lugar melhor, por alguma abstrata responsabilidade moral, ou porque devemos desistir de nosso hedonismo.
Quando chegarmos a um nível em que sentirmos as energias de amor vindo das outras pessoas, poderemos mandar a energia de volta, agora agregada com o nosso amor, é só desejar.
E ninguém se sentirá mais fraco por isso, porque estaremos recebendo mais energia de uma fonte inesgotável, que é o cosmos. Se ligar na energia cósmica provoca emoção, depois euforia e depois amor. Encontrar bastante energia para conservar esse estado de amor sem dúvida faz bem ao mundo, porém mais diretamente a nós.

Lembre-se de parar quantas vezes for preciso para se religar com a energia cósmica. Permaneça cheio, permaneça em estado de amor. A maior caridade que podemos fazer para o próximo é DOAR AMOR.

(Jornal da Mocidade – Ago/97 e Revista Espírita Allan Kardec – Mar/98) 
01. Nosso Lar - pág. 31 e 168
02. Missionários da Luz - cap. 4; cap.6 pág. 62; cap. 11 pág. 129, 135 e 137.
03. Obreiros da Vida Eterna - cap. 18 pág. 276 e 279
04. No mundo Maior – cap. 14 pág. 192 e 196
05. Libertação – cap. 4 pág. 62; cap. 9 pág. 115
06. Entre a Terra e o Céu – cap. 5 pág. 32 a 34; cap. 23 pág. 141
07. Nos Domínios da Mediunidade – cap. 6 pág. 54 e 59; cap. 13 pág. 123
08. Evolução em Dois Mundos – 1ª parte cap. 15
09. Mecanismos da Mediunidade - cap. 15 pág. 114; cap. 16 pág. 119
10. Sexo e Destino - 1ª p. cap. 6 pág.50; cap. 8 pág. 83; 2ª p. cap. 8 pág. 255
11. Os Mensageiros – pág. 209
12. A vingança do Judeu – pág. 9
13. Espírito, Perispírito e Alma – pág. 129
14. História da Mediunidade – pág. 475
15. Ide e Pregai – pág. 57
16. Mediunidade (J.H.Pires) – pág. 57, 64, 118, 141, 244
17. Pérolas do Além – pág. 231
18. Revista Espírita/1860 – pág. 357 (Nov)
19. Sobrevivência e Comunicabilidade – pág. 284
20. Tramas do Destino – pág. 283
21. Universo e Vida – pág. 86
22. Vampirismo – Toda a obra.
FONTE DE LUZ: 

domingo, 17 de maio de 2015

SUCESSO!





a) O sucesso de alguém só incomoda outra pessoa, se o sucesso for construído às custas daquela outra pessoa;

b) Se alguém tem inveja de outra pessoa, a inveja vive e se alimenta naquele alguém, e é ele que paga o ônus (vida) de manter isto;

c) O conceito do que é sucesso é que define o que é uma vida de fracassos;

d) O fracasso é tido como ausência de sucesso. Assim, se sucesso é satisfação de desejos, a vida será uma continuidade de fracassos, pois desejos são o lazer de vidas inconscientes;

e) O maior sucesso é o evolucional, é aquele que justifica a própria existência, e é feito de vitórias as quais nós nunca contaremos aos outros;

f) Isto de vencer a qualquer custo, de ter sucesso, de ser o melhor, o mais rápido, é só uma imposição social destinada ao consumo. A vida é (ou deveria ser) uma sucessão de dias tranquilos, de aprendizado, de maturação da alma, onde a obrigação evolucional é só fazer o nosso melhor, nem mais, nem menos.

G) Sucesso não é não errar. Sucesso é aprender com os erros, para sublimar o erro e a nós mesmos;

f) A vida não é uma escada, é um caminho em todas as direções, simultaneamente. Isto de escada é coisa de religiões, pois imagina-se que deus está no alto. Não está. Depois de andarmos, veremos que já está em cada um. Falta é coragem para contemplar nossa própria divindade, e quem não tem coragem de fazer isto, são os medos, dores e desejos que em nós (e de nós) vivem.

g) Trair alguém, é simplesmente trair a expectativa que alguém tinha, gerado desilusão. Só que para que haja desilusão, antes deve haver ilusão. E se há ilusão, é pq quem construiu a realidade, foram expectativas, isto em um eterno ciclo vicioso.

h) Trair, vem do latim tráditor, traditóris, e significa aquele que entrega deslealmente.
Só que veja que interessante: a raiz desta palavra é do, das, dátum dare, que significa presentear, dar, oferecer. Donde deriva, por exemplo, dádiva.
Assim, as vezes, o que pensamos ser uma traição, é uma dádiva evolucional, que vem para desconstruir, abrindo espaço para que a pessoa reconstrua, o novo!

i) tamanho da traição, quem determina não é quem trai, mas aquele que se sente traído, pois é nele que as dores da traição se manifestarão. Quanto maior o entrelaçamento emocional em relação a alguém, maiores são as dores vitais no momento em que isto se rompe, e aplica-se a traição passional, afetiva, fraterna ou o que seja.

k) Sucesso, vem do latim sucéssus, e significa chegada. Assim, se não definirmos onde queremos chegar, jamais teremos sucesso. Como eu disse, se o sucesso for pautado na realização de desejos, a vida será uma contínua corrida, sem chegar nunca a um lugar definitivo, onde reine a paz, interna, preferencialmente;

l) A raiz de sucesso é céo, cédis, .. cédere, e significa ir, andar passar. Desta forma o maior sucesso, na essência, é ir, ceder o lugar, afastar-se. Abrir mão! Se vc cede, afasta-se, não haverá nunca traição, ficando o ônus da ação, residente e alimentando-se de quem a praticou.

m) O que trai, destrói a ligação com o que foi traído. Mas destruir tem sua origem em "de"(sentido contrário) e "struere"(que é construir, edificar). Assim, as vezes, algo pode ser destruído simplesmente pq não foi construído, edificado, em bases sólidas. E qualquer coisa construída, que tenha suas bases no astral, nas emoções densas, é séria candidata a ser desconstruída, simplesmente pq o astral é plástico.

n) Quando há uma traição, um rompimento (de rúmpo... rúmpere, que significa rasgar, dilacerar), o que fica é exatamente isto: as dores de uma dilaceração.
Mas quem é que sente estas dores da traição, do rompimento, da dilaceração, quem é que fica como coração ferido??? O sofrimento da pessoa que foi traída é derivado da falta de alimento. Aquele alimento que era dado pelo traidor, e que alimentavam (no traído) aquelas emoções, aqueles desejos, aquelas expectativas, aquelas esperanças, que faziam o mundo parecer "cor de rosa".

o) Assim, quanto maior o número de expectativas, quanto maior o número de emoções que se alimentavam daquela relação, maior é a dor no caso de um "de struere"!.

p) A traição só dói na pessoa traída enquanto ela quiser, e enquanto optar por ficar sentindo prazer em sofrer, sabendo que este sofrimento é só uma forma de alimentar aquela realidade que ela havia construído em relação a outra pessoa.

q) E aproveitando a oportunidade, por ter a ver com traição, paixão (vem da raiz pátior.. páti que significa sofrer, suportar), vem do latim passiónis que significa sofrimento, passividade. E é exatamente isto: o ser humano assiste passivo, sofendo, a festa astral em si mesmo, provocada pelas ilusões que crie com relação a outra pessoa.
E quando a outra pessoa não corresponde, ou quando a relação termina, de struere!! Mas quem construiu o que oi destruído??? Ninguém constrói nada em outra pessoa, só em si mesmo. Assim, nós é que fazemos nossas próprias dores.

Por fim, a pessoa traída deveria dizer: " eu aprendi com a traição, e lhe agradeço, pois em mim, tuas dores não doem mais. Sublimei!!! Mas lhe pergunto: vc aprendeu a não trair mais?"

Fraterno abraço JORGE ANTONIO ORO





"Errar é Humano, terceirizar a culpa é egóico e perdoar é divino."
Abraços Crísticos
Enio Weiss

quinta-feira, 7 de maio de 2015

Ai de ti ocidente!!! Por Jorge Oro




Algumas pessoas tem me perguntado, há dias, a opinião sobre o que aconteceu no Nepal. Creio que só devemos comentar (olhar para)algo, quando pudermos agregar, construir, contribuir, aprendendo com o fato em si, sem usá-lo unicamente como fonte de alimentação de dores, medos e desconhecimentos.. Passados os primeiros momentos, creio que é possível aprender, então vamos comentar.

Fui ver as notícias sobre o que aconteceu, e a mídia (ou os média) ocidental é(são) de uma visão tão tacanha, e tão turva, mas tão turva, a qual só é possível, devido ao seu papel institucional(ou de estado, de política) de desconstrução, o que torna todos os veículos quase como que tentáculos de um polvo acéfalo.

As análises limitam-se a:

a) Primeiro explorar o que ocorreu do ponto de vista passional, provocando, como sempre, o envolvimento até “os ossos” daqueles que ouvem/veem as novidades, potencializando em suas almas, as dores, amores, horrores e detalhes que tem por função unicamente e exclusivamente alimentar os seres humanos do ocidente com a sua dose diária de mal estar, de tristeza, de negativa surpresa, de lógica constatação que a vida é só uma sucessão de dores, de crença na necessidade de deuses punitivos, com sua dose diária de imprevistos negativos, de descrença, de desesperança, de impaciência, de resignação ao sofrimento, de limitações, de impossibilidade, de revolta, de falta de gosto pela vida.

b) Segundo, explorar o evento em números, a tudo atribuindo valor de moeda: vai custar tantos milhões para reconstruir, o prejuízo é tantos por cento do PIB, vai ter um prejuízo para o turismo da ordem de tantos milhões, vai ter um impacto na renda per cápita da ordem de tantos por cento, etc, etc. Isto poderia chamar-se de ocidentalizar um evento, pois tudo é trazido à “tabula rasa” para ser comparado e alinhado com perdas e ganhos, em permanente tributo às supremas divindades ocidentais: os mercados, as variações cambiais, os negócios, os investimentos, os rendimentos, o dinheiro, o sucesso.

Note-se que há um termo oriental: bárbaros europeus, ou “ mlechas” usado para designar os estrangeiros, e também para designar aqueles que são escravos de suas paixões.

Uma parte do Nepal é aquela alvo do exoterismo de catálogo, das fotografias para as redes sociais, das escaladas patrocinadas, da “mística experiência” que serve de respostas às perguntas não formuladas, que se esvaem no retorno ao caos urbano, o Nepal dos mlechas, dos estrangeiros, dos mistérios menores, do comércio, dos “homens santos profissionais”, Pashpatinath, especializados no melhor ângulo de foto com os mlechas, o Nepal dos ruídos, do consumo.

Outra, o Nepal desconhecido, é o inacessível, é a do caminho de Pitágoras, da vanguarda da Raça Ária, do lar dos Brahtmas cujas pedras escritas em Vatthan narram os princípios dos dias,o Nepal da Maya-Deva, a garganta que é o caminho mais curto para Lhassa, mas que ninguém se atreve a percorrê-la por conta de seus mistérios, o Nepal da cosmogenia dos Aisvaricas(primeiro surgiu o Adi Budha), dos Svâbhâvikas(a mais antiga escola de budismo, que ainda lá existe), da dinastia dos Sakyas (a qual pertencia o rei Sudodana, pai de Sidharta, Gautama), do Mahayanismo (Grande Barca), dos adoradores das serpentes(para pedir chuva), das Lamaserias nunca encontradas, dos mosteiros nunca frequentados, dos tuneis e bibliotecas intocados, dos mistérios maiores, do silêncio.

Então, voltando a questão do evento em análise, a primeira coisa a fazer, para se ter um mínimo de chance de compreender o que realmente se passa n Nepal, é entender o conceito de vida e morte para os nepaleses.

A morte é somente a continuação da vida, sem interrupção, e a crença na reencarnação, na Agartha, em Maitreya, na Gupta-Vidya, para estes povos, é tão real quanto a necessidade ocidental de possuir e dominar coisas e pessoas.

É preciso entender um mínimo da visão dos nepaleses sobre a vida, para poder compreender um mínimo do que se passa com eles hoje. Fora disto, é só especulação, ignorância e desconhecimento.

Então, sem caos, sem histeria, ciente dos movimentos cíclicos, o Nepal será reconstruído por seu povo, que consciente(não resignado, o que é diferente) convive com os movimentos do mundo que habitam, sem traumas.

Os templos serão reconstruídos, os seus mortos serão honrados, da forma como procede.

Mas, se estes são lugares “santos”, qual a razão de a natureza de mover e provocar ajustes? Não deveriam ser preservados?

Diz-se que na época em que Padma Shambava surgiu (literalmente o nascido do Loto), no Tibet praticava-se um budismo modificado (como hoje no Nepal), onde a doutrina original mescla-se às místicas e aos ritos tantricos shivaistas, donde se originou o lamaismo.

Também, os embates entre Dugpas e Gelumgpas(ou Gyalukpas), esquerda e direita, sempre geraram resíduos e ruídos no Tibet e Nepal.

Além disto, o Dragão moveu sua cabeça para o ocidente, o ecce orient lux agora é o ecce occident lux, e assim, inexorável, o equilíbrio é buscado. O próprio trânsito dos mlechas contribui para o temporário desequilíbrio!!

Não é certo, não é errado. Não é prêmio, não é pecado. Não é cobrança, não é punição. É apenas o que é, nem mais nem menos, parte da vida, parte da evolução, parte do caminho, parte do Itinerário. Cumpriram soberbamente seu papel evolucional e a vida segue!

Então, paz, luz, força e determinação ao Nepal e a seu povo, e que a Lei se cumpra, para Glória e explendor da humanidade, dando direito às mônadas de nascerem no país do futuro.

Se reerguerão, como tantas vezes o fizeram, mas para isto precisam ser respeitados, não usados, nem incompreendidos, nem vilependiados.

O Telhado do Mundo agora é no Brasil, e daqui a LUX emana!

Agni o fogo Sagrado brota do peito da Terra, em seu Timo Brasiliensis!


É assim que vejo o Nepal! Resolvido e caminhando, ciente de ter cumprido sua parte, e a espera da grande Hora, do Senhor dos Três Mundos, Maitreya Buda!!

Ai de ti Ocidente, ai de ti humanidade, se não fosse o Brasil!!!

Fiquem bem, fiquem em paz, e externemos um grande fraterno abraço ao Nepal visível e invisível, para que tudo fique como deve ficar. O Nepal é aqui, o Tibet é aqui, e o mundo todo é o Brasil!!!

LIberdade e consciência para todos os seres.


Fraterno abraço

Jorge Antonio Oro

quinta-feira, 23 de abril de 2015

PARE DE SE PROJETAR


A sombra, segundo Jung, nos diz para ignorar as próprias fraquezas e projetá-las nos outros. Para evitar a sensação de que não somos bons o bastante, enxergamos os que estão ao nosso redor como se fossem suficientemente bons. Inúmeros exemplos vêm à mente. Alguns são triviais, enquanto outros são uma questão de vida ou morte. A mais recente atriz de sucesso no cinema é criticada por perder peso demais, enquanto uma nação inteira se torna mais obesa. Movimentos contra a guerra são denunciados como antipatriotas, enquanto todos estão pagando impostos para matar cidadãos de um país que nunca fez mal algum à América. Todos usam a projeção como uma defesa para evitar olhar para dentro de si mesmos. 
Percebam que essa é uma defesa inconsciente. O molde da projeção é a seguinte afirmação: "Não posso admitir o que sinto, então, imagino que você sinta". Consequentemente, se você não consegue sentir a própria raiva, rotula um grupo da sociedade como violento e temível. Se você inconscientemente sente uma atração sexual que considera tabu, tal como atração por alguém do mesmo sexo ou pensamentos de infidelidade, você acha que os outros estão direcionando esse tipo de atração a você. 
A projeção é muito efetiva. Um falso estado de autoaceitação é criado com base em "Eu estou bem, mas você não está". No entanto, a autoaceitação se estende a outras pessoas; quando você está bem consigo mesmo, não há motivo para determinar que o outro é que não está bem. 

Você está projetando? 

Aqui estão as formas típicas que a projeção pode assumir: 

Superioridade. "Eu sei que sou melhor que você. Você deveria ver e reconhecer isso." 

Injustiça. "É uma injustiça que essas coisas ruins aconteçam comigo" ou "Eu não mereço isso." 

Arrogância. "Tenho orgulho demais para me incomodar com você. Até sua presença me irrita." 

Defensiva. "Você está me atacando, então, não estou ouvindo." 

Culpar os outros. "Eu não fiz nada. É tudo culpa sua." 

Idealizar os outros. "Meu pai era como um Deus quando eu era pequeno", "Minha mãe era a melhor mãe do mundo" ou "O homem com quem eu me casar será o meu herói". 

Preconceito. "Ele é um deles, e você sabe como eles são" ou "Cuidado, esse tipo de gente é perigosa." 

Ciúme. "Você está pensando em me trair; posso ver isso." 

Paranoia. "Eles querem me pegar" ou "Eu vejo a conspiração que ninguém mais vê". 

Sempre que um desses comportamentos surgir, há um sentimento oculto na sombra que você não consegue encarar. Aqui estão alguns exemplos: 

A superioridade camufla o sentimento de fracasso ou o de que os outros o rejeitariam se soubessem quem você realmente é. 

A injustiça camufla o sentimento de pecaminosidade ou a sensação de que você é sempre culpado. 

A arrogância camufla a raiva acumulada e, abaixo dela, há uma dor profundamente arraigada. 

A defensiva camufla a sensação de que você é indigno e fraco. A menos que você se defenda dos outros, eles começarão a atacá-lo. 

Culpar os outros camufla a sensação de que você está agindo errado e deveria se envergonhar. 

Idealizar os outros camufla a sensação de que você é uma criança fraca e indefesa, que precisa de proteção e cuidados. 

O preconceito camufla o sentimento de que você é inferior e merece ser rejeitado. O ciúme camufla seu próprio impulso de desvio ou um senso de inadequação sexual. 

A paranoia camufla uma ansiedade entranhada e sufocante. 

Como você pode ver, a projeção é muito mais sutil do que se imagina. No entanto, é uma porta aberta para a sombra. É uma porta dolorosa, já que aquilo que é visto como falha nos outros mascara seu sentimento em relação a você mesmo. O ideal seria que pudéssemos parar de culpar e julgar de uma vez por todas. Na realidade, desfazer a sombra é sempre um processo. Para interromper a projeção, você precisa enxergar o que está fazendo, entrar em contato com o sentimento oculto sob a superfície e fazer as pazes com esse sentimento .

FONTE DE LUZ:O EFEITO SOMBRA-Deepak Chopra 


quinta-feira, 9 de abril de 2015

A Parabola de Ice o Iceberg



Era uma vez um iceberg chamado Ice. Ice havia nascido na Sibéria e adorava conhecer lugares. Ele adorava ver o sol, as nuvens, as montanhas do continente, os outros icebergs e os navios que passavam próximo. Ele tinha muitos amigos e percebia que eram diferentes, uns mais altos, outros menores, uns se movimentavam rápido, outros mais devagar. Ice notou que alguns deles também desapareciam no mar e isto o amedrontava.
Ice continuava sua vida naquele ambiente. Uns dias se aproximava da praia, outros se afastava em direção ao mar, mas sempre naquelas mesmas redondezas. Um dia uma enorme baleia surgiu e disse a Ice: "Você sabia que existe uma grande parte de você que fica debaixo d’água e que esta parte é muito maior do que a parte de você que está em contato com o ar? Sabia também que esta parte é que te leva para os lugares?"
Ice ficou perplexo. Sempre havia pensado que era aquela parte branca que flutuava sobre a água e achava também que era ele quem decidia onde ir.
Depois disto, Ice começou a perceber que nem sempre ia onde queria e que havia uma força maior que a dele que o conduzia para os lugares. Ice começou a se sentir impotente e uma grande tristeza se abateu sobre ele. Antes achava que era livre e dono de sua vontade, mas agora estava à mercê de algo que não podia sequer ver. Os dias se passavam na vida de Ice e ele percebeu que só se movimentava nos mesmos lugares de sempre e começou a ficar entediado. Queria conhecer mais coisas, mas a parte dele que o guiava era grande, pesada e lenta.
Num belo dia de sol, Ice passava junto a uma praia de uma ilha quando percebeu vários golfinhos dando saltos alegres, bem próximos a ele. Ice chamou então um dos golfinhos e perguntou: "Ei meu amigo? Você parece tão feliz e livre. Queria me sentir assim também, mas há uma parte de mim muito grande e pesada que não me deixa ir muito longe." O golfinho então se aproximou e disse: "Sabe, eu conheço muitos lugares e já vi outros icebergs longe daqui, em outros mares." E Ice se empolgou: "É mesmo? Como fazem isto?" E o golfinho disse: "Já tinha notado a diferença deles para vocês que moram nesta região. A parte deles que fica debaixo d’água é bem menor, e por isso eles são mais leves e ágeis." "Mas, porque eles são assim, diferentes?" e o golfinho continuou: "Eu perguntei a um deles e ele me respondeu que um dia havia se cansado da vida que levava e pediu ao Deus dos icebergs para ajudá-lo. Depois disto ele percebeu que os lugares onde ficava estavam mais quentes e assim começou a ficar mais leve." Ice não entendeu muito bem, mas fez logo o pedido.
Alguns dias depois, notou que os lugares onde estava pareciam realmente estar mais quentes e ele começou a se sentir leve. Como estava mais leve começou a perceber que podia direcionar mais seus movimentos e então passou a freqüentar só os locais mais quentes e então se sentiu muito mais livre e resolveu conhecer outros lugares. Viu coisas que nunca tinha visto antes e se encantou com todas elas. Notou que havia terras diferentes, com diferentes plantas, notou outras aves no céu, viu muitos peixes. Estava descobrindo que a vida era muito mais do que tinha aprendido a ver.
Um dia resolveu voltar ao lugar onde nascera para contar o que sabia aos seus amigos. Chegando lá reviu vários deles e contou sua estória. Os colegas o olharam com descrença e começaram a zombar de Ice. Alguns até o tratavam com hostilidade. Ice se entristeceu e ficou magoado com os colegas. Ele só queria ajudar e mostrar outras possibilidades. Ficou por ali mais uns tempos e começou até a duvidar de si mesmo. Será que ele estava errado e os colegas tinham razão? Ice percebeu que estava fazendo as mesmas coisas que antes e se sentindo triste com aquilo. Então, percebeu uma voz lhe dizendo que deveria acreditar no que vira e sair dali, pois ele já sabia como. Mais uma vez Ice resolveu partir deixando os amigos. Sentiu novamente a alegria retornar. Ice viajou para outros mares e conheceu outros que como ele estavam mais livres. Sentia-se mais feliz e se encantava com as coisas que descobria. Um dia Ice começou a perceber algo diferente. Começou a notar que o vento e as montanhas às vezes pareciam lhe falar. Era muito sutil, mas ele percebia. Ice achou que estava ficando louco e resolveu não dar muita atenção, até que um dia uma nuvem o chamou: "Ei, Ice! Não tenha medo! Sou sua amiga!" , "Quem é você?", perguntou Ice ressabiado. "Sou uma nuvem e sou sua amiga! Tenho estado te observando há muito tempo. Aliás, você está ótimo!". "Obrigado! Mas, como é que eu nunca te percebi antes?". "Lembra-se daquela sua parte que fica embaixo da água? Ela era muito pesada e isso limitava a sua percepção. Depois que começou a permanecer em águas mais quentes você passou a ficar livre de grande parte daquele peso, e isso permitiu que ampliasse seus horizontes." "É verdade", disse Ice, "Me sinto mais solto e muito mais alegre". "Hoje eu compreendo mais coisas." "Sim. Eu sei", disse a nuvem, "E você pode saber muito mais. Sabia que somos feitos da mesma substância?". "Como é?" retrucou Ice. "É isso mesmo. Somos feitos de moléculas de água. A diferença é que você é mais denso. Suas moléculas vibram mais lentamente do que as minhas. Sabia que você é o próprio oceano e muito mais?". Ice estava estarrecido diante daquilo tudo. Era tudo uma grandiosa novidade, mas de alguma forma parecia haver uma certa familiaridade. Ice então perguntou: "Por que é que eu me sinto como um iceberg e não um oceano?". Se espalhando pelo céu azul a nuvem respondeu: "Você pensa que é um iceberg. É assim que você se vê e é assim que aprendeu, mas hoje você está aprendendo que é água, assim como eu e o oceano. Aliás, eu também já fui um iceberg." Ice se empolga: "É mesmo? E como é que conseguiu se tornar uma nuvem?" "Eu apenas tive a intenção pura de me lembrar de quem eu era. Aí comecei a passar por um processo de trasnformação até me tornar pura água. Você também pode fazer o mesmo e é por isso que estou aqui. Agora vou indo, mas lembre-se que estou sempre aqui. Quando quiser é só me chamar." E assim, a nuvem, como que por mágica se dispersou no céu desaparecendo da vista de Ice.
Depois daquele encontro, Ice ficou vários dias pensando naquela possibilidade maravilhosa. Às vezes sentia um pouco de medo, mas no fundo sabia que tudo aquilo era verdade. Numa noite então, olhando para as estrelas, Ice falou: "Quero saber quem eu sou. Quero saber toda a verdade sobre mim." Naquele momento sentiu todo seu corpo vibrando e um sentimento de casa, familiar, o preencheu por inteiro. Nos dias seguintes começou a perceber a vibração de suas moléculas aumentando. Sentia um aquecimento em seu interior e percebia que ficava ainda mais leve. Ice começou a notar a sua interação com a água. Podia sentir seus movimentos, a mudança de temperatura, sua textura. Começava a experimentar uma ternura que nunca havia sentido. Com o tempo começou a notar que não era aquela sua parte oculta sob a água que o conduzia, mas algo muito maior, era a própria água do oceano que o levava. Ice começou a perceber também que ele estava sempre no lugar certo na hora certa. Parecia que havia uma sincronia nos movimentos, de tal forma que encontrava sempre as situações e os indivíduos mais apropriados para o seu caminho. Durante este período Ice conheceu muitos outros icebergs que lhe ensinavam um pouco mais sobre tudo. Ice se pegava rindo à toa. Ria de si mesmo e das coisas que já havia vivido até chegar ali.
Numa bela noite de lua minguante, Ice admirava aquele semi arco brilhante que enfeitava o céu noturno, quando um sentimento de amor invadiu todo seu ser. Sentia-se como que irmanado a todas as coisas. Nesta hora lembrou-se de seus amigos da Sibéria e ao invés de mágoa e ressentimento, sentiu um amor e gratidão imensos e uma corrente de água quente parecia emanar de Ice e irradiar para todo o oceano. Na Sibéria, um dos amigos de Ice que se encontrava em um grupo, sentiu aquela corrente que o tocava, sem saber o que era. Imediatamente comentou: "Me lembrei de Ice agora. Me lembrei das coisas que falava. Será que ele estava certo? Será que existem mais coisas além do que conhecemos?". No fundo de seu coração de gelo o amigo sabia que sim, pois aquela corrente que emanava de Ice o havia tocado.
A cada dia que passava Ice se conhecia ainda mais e quanto mais se conhecia, mais percebia a beleza da vida. Podia sentir os raios do sol tocando-o, o sopro do vento sussurrando-lhe segredos, as árvores acenavam como que dizendo: "Sabemos quem você é.". Tudo parecia ter vida, tudo parecia ter importância. Ice vivia cada momento, sem se importar com o amanhã e sem se prender ao passado. O agora era tudo o que existia.
Então em um dia em que tudo parecia mais belo, mais vivo, Ice teve a compreensão. Se sentia o próprio oceano, sem limites. Compreendeu que sempre havia sido a água. Naquele momento podia se lembrar de todas as vezes que fora um iceberg, mesmo antes de ser Ice. Sentiu que ele e os amigos eram um só. Não havia separação entre eles. Percebeu que experimentava todas as coisas ao mesmo tempo. Na verdade, não havia tempo. Percebia cada continente que tocava, cada peixe, cada ser vivo, cada gota de água, cada molécula, cada estória que existia nas moléculas. Estava tudo ali, dentro dele mesmo. Compreendeu que sempre estivera ali. Nunca havia corrido qualquer perigo. Já não havia mais medo. Só existia Amor...
Naquele dia Ice chorou e se derreteu todo...
fonte de Luz: http://faroldeluz.com.br 

segunda-feira, 16 de março de 2015

O AMOR!



Convidamos todos os irmãos para vibrarmos nessa semana nas energias mais sublimes do amor!!
O amor ágape é aquele amor despreocupado, o amor sem esperar nada em troca, aquele que doamos e recebemos sem preconceitos, aquele que nos faz sorrir por dentro, que aquece a alma ao encontrar os seres amados, sejam eles materiais ou imateriais, racionais ou irracionais.
O amante do mundo se entristece com as maldades de nosso mundo, mas sempre carregando a certeza e a fé de que nada e nem ninguém colherá nenhum fruto que não plantou, seja ele bom ou ruim. Aprende a olhar o lado bom de suas vidas e das situações que passa e por isso passa a observar as coisas e as pessoas ao seu redor com brilho nos olhos.
Nosso mundo se torna abençoado quando amamos ao próximo com desvelo, aceitamos as suas diferenças e entendemos que só o tempo e as experiências da vida imortal irão fazê-lo evoluir.
Há muito tempo recebemos ensinamentos de seres de todas as ordens nos mostrando exemplos de onde cada caminho pode nos levar, basta que façamos nossa escolha. Para quem escolheu ouvir o seu coração e trilhar o caminho do amor, agora é necessário colocá-lo em prática sem maiores intenções do que sintonizar-se nessa vibração elevada.
Normalmente o que faz com que as pessoas já desde pequenas deixem de colocar em prática as atitudes mais sublimes é o fato de não receberem a mesma gentileza com o mesmo sorriso de volta, ainda pelo contrário, são recompensados com ingratidão e desconfianças. Por isso que trazemos à tona o amor ágape que é incondicional e voluntário.
 O Apóstolo Paulo descreve o amor como segue: "O amor (ágape) é paciente, o amor é amável. Sem inveja, ele não tem ostentação, ele não é orgulhoso. Não é rude, ele não é interessado, ele não se irrita facilmente, ele não mantém nenhum registro dos erros. O amor não se deleita com o mal mas rejubila com a verdade. Protege sempre, confia sempre, sempre tem esperança, sempre persevera. O amor nunca falha.” (I Coríntios, 13, 4:8).
Certamente esse é um dos tipos de amor mais difícil de colocar em prática, pois no mundo em que vivemos as pessoas se desacostumaram a auxiliar sem interesses, agem conforme a maioria. Então se alguém desconfiar de suas boas intenções, trabalhe a tolerância que também significa amar ao próximo e dê tempo ao tempo, pois será somente diante da observação da sua conduta reta em prol de seus semelhantes que os outros aceitarão com tranquilidade que você é uma pessoa feliz que ama por ter aprendido o dom de amar e por estar caminhando para os braços de nosso Pai, que é puro amor e ternura. Se aprendermos a viver assim, essa será a herança significativa que deixaremos para todos que passarão por nossas vidas.
No Sermão da Montanha Jesus diz: "Ouvistes dizer: 'amarás (ágape) teu irmão e odiarás teu inimigo', mas eu vos digo: amai (ágape) vossos inimigos, fazei o bem aos que vos odeiam, e orai por aqueles que vos perseguem e maltratam, pois deste modo sereis filhos de vosso Pai nos céus, aquele que faz com que o sol se levante sobre o mau e sobre o bom, e faz chover sobre o justo e sobre o injusto. Se amais apenas aqueles que vos amam, que recompensa tereis?"
Que todos tenham uma semana super iluminada de muita prática do amor ao próximo e compaixão para com aqueles que ainda não sentem em seu íntimo o amor de Deus em seus corações.
Paz e Luz a todos!

terça-feira, 10 de março de 2015

A inexorável necessidade do autoconhecimento



Nos dias de hoje a rotina das pessoas tem sido preenchida quase que integralmente por atividades que estimulam a percepção para aquilo que é externo, que pode ser captado pelos cinco sentidos do corpo material. A necessidade de trabalhar para sobreviver somada às atividades de lazer, sendo ambas importantes para o equilíbrio interno, têm, no entanto, ocupado praticamente todo o tempo disponível em vigília das almas encarnadas neste planeta, sobretudo as que vivem nas cidades.

Cada consciência que vem a este plano dimensional tem aqui o objetivo de construir algo e deixar um legado à coletividade. Normalmente, antes de vir, é feito um planejamento no qual são definidos objetivos a serem alcançados para que aquela consciência quite certos débitos cármicos originados de condutas desarmônicas no passado e refine seus modos de pensamento e, consequentemente, de comportamento. Nessa jornada, ao poucos, a consciência vai incorporando em si mesma bases morais e valores mais elevados que a permitem expandir-se juntamente com o movimento contínuo de expansão e criação do Universo. Assim, ela passa a cumprir sua função de co-criadora do Cosmos, servindo ao seu propósito original perante Deus.

Todavia este caminho que deveria ser fácil o deixou de ser. Deixou porque em um passado distante optamos por outro caminho, o da rebeldia perante os desígnios divinos. Ao deixar o orgulho, a vaidade e o egoísmo dominarem nossas intenções perante a Vida, fizemos uma opção que à princípio parecia ser cômoda e prazerosa, mas que, na verdade, revelou-se bastante dolorosa. Agora, em nossos esforços de superar as dificuldades criadas por nós mesmos em nossa existência, empreendemos vacilantes passos em uma senda de evolução que exige muita força de vontade para que na qual sejamos exitosos.

Voltando a questão do planejamento, outro objetivo a ser atingido nessa experiência na matéria é de fato consolidar as boas intenções em nosso ser. Não basta apenas fazer o bem, é preciso senti-lo verdadeiramente dentro do coração. Praticar atos de caridade é benéfico, pois ativa programações cármicas positivas em nosso DNA espiritual, mas ainda assim é carma, ou seja, ainda é um peso que carregamos em nossa bagagem espiritual. Se quisermos alçar voos maiores, rumo ao Paraíso, devemos estar leves e livres de qualquer coisa que nos prenda ao chão. E a única forma de conseguirmos isso é estarmos, ou melhor, sermos sinceramente consciências puras em nossas intenções.

Mas como podemos fazer isso? Alguém pode argumentar: “eu quero fazer o bem e ser uma pessoa boa, mas nem sempre eu consigo”. É natural que isso aconteça, pelo que foi dito anteriormente, pela história milenar pregressa do espírito atualmente em um envoltório de carne. Mas o caminho é mesmo árduo e é necessário colocar em prática métodos de ação através dos quais os corpos mental e emocional do indivíduo serão reprogramados paulatinamente para passarem a criar produtos (pensamentos e emoções, respectivamente) menos carregados de energias negativas, as quais geram as toxinas que contaminam o corpo etérico, matriz de formação do corpo físico, causando doenças e toda sorte de desequilíbrios que geram o sofrimento ao qual estamos sujeitos neste plano.

Quanto mais e mais esforços forem sendo direcionados nesse sentido, mais os produtos da alma vão sendo purificados. E, consequentemente, os sentimentos vindos do coração do espírito vão sendo iluminados. Quanto mais elevado o estágio nesse processo, mais as programações cármicas vão sendo desativadas, livrando-se assim o espírito, ao poucos, do que os hindus chamam de “roda de sansara”, ou seja, o sofrimento derivado dos altos e baixos inerentes ao ciclo reencarnatório.

Podemos então chegar ao ponto-chave, à ferramenta ou metodologia principal da mudança interior, qual seja, o autoconhecimento.

Para direcionar a percepção para o próprio interior, antes de tudo, é fundamental fechar as portas ao máximo para os estímulos exteriores dos sentidos. Portanto, devemos evitar estar em lugares muito movimentados, para que a visão e o tato não sejam excessivamente acionados. Mas, principalmente, o silêncio é o mais importante, pois é nele que temos condições de captar as atividades e a movimentação da mente. Quando nos encontramos em lugares silenciosos podemos perceber a imensa quantidade de pensamentos criados pela mente, numa torrente contínua e atabalhoada de julgamentos, opiniões formadas, pré-conceitos, imaginações, lembranças do passado, projeções para o futuro, etc. Além disso, na rotina do cotidiano, essa realidade mental mistura-se com os pensamentos e as ações direcionadas para as atividades de trabalho, lazer e sobrevivência.


Por isso torna-se necessário um amplo e dedicado esforço para entrar em contato consigo mesmo. Após conseguir “sintonizar” a atenção para a própria mente, vem o trabalho de discernir qual o conteúdo benéfico e qual o material pernicioso, que promove os bloqueios do fluxo de energia no campo áurico da consciência, que geram as dores de todas as espécies. O conteúdo bom, de Luz, é aquele que está de acordo com o Plano Divino, que está em harmonia com as virtudes crísticas do amor, da fraternidade, da compaixão, da paz, entre outros. A origem desses valores está diretamente ligada ao Eu Superior, ao qual o Criador se comunica diretamente. Mas, como já foi dito, estamos em um estágio intermediário da evolução, então, deixamos que o nosso ego, que está ligado às dimensões mais densas da existência, se manifeste de forma desequilibrada, produzindo por sua vez os produtos derivados do orgulho que compõem nossa sombra interior.

Ao chegar nesse ponto, o esforço deverá concentrar-se na identificação dos pensamentos e emoções negativos. Assim que identificados eles deverão ser transmutados através de imediata mudança de foco. Por exemplo, um pensamento de superioridade em relação à outra pessoa, assim que percebido, deverá imediatamente ser substituído por um pensamento de valor crístico, como, por exemplo, no caso em questão, por um de igualdade perante a mesma pessoa. Ou então, caso não haja força de vontade suficiente para tal afronta ao próprio orgulho, direcionar uma prece sincera a Deus solicitando Sua misericórdia para que esse esforço, apesar de mal-sucedido no momento, opere positivamente para uma mudança de sentimentos futura, dentro de um trabalho em longo prazo.

No outro sentido, quando os pensamentos e emoções de origem crística derivados do Eu Superior forem identificados manifestando-se aos níveis mais externos, eles deverão ser analisados criteriosamente. Algumas perguntas podem ser feitas para contribuir com essa análise: “Por que esse pensamento ou emoção surgiu?”, “Onde ou com quem eu estava?”, “Qual atividade eu estava realizando?”. As respostas sinceras a essas perguntas podem fornecer subsídios para que as ações de comportamento que motivaram o surgimento daquele conteúdo de Luz sejam reproduzidas e aprimoradas na mesma direção no futuro.

Com esse exercício praticado constantemente, qual seja, estimular os pensamentos e emoções positivos e transmutar os negativos, aos poucos estaremos reaprendendo a sermos seres de Luz neste plano dimensional, pois estaremos nos purificando verdadeiramente, deixando fluir mais livremente as energias provenientes de nosso Eu Superior. Não nos sujeitaremos mais aos ditames da dualidade ilusória da terceira dimensão, que nós mesmos criamos e nos inserimos, os quais nos submetem à constrangedora situação de querermos ser uma coisa, mas só conseguirmos ser outra muito aquém...

Concluindo, o autoconhecimento resumidamente tem como objetivo a nossa iluminação. E para conseguirmos nos iluminar, devemos desenvolver uma grande força de vontade e autodisciplina - que a fé e o conhecimento do Plano Divino podem ser de grande valia para alcançá-los mais facilmente – para que o nosso dia-a-dia seja construído de forma a permitir momentos e situações propícios à introspecção. Uma vida regrada, sem vícios e exageros e o menos poluída possível em todos os sentidos, estimular-nos-á a voltar nossa atenção para o nosso interior para conhecermos a nós próprios e, assim, encontrarmos a verdadeira felicidade que tanto almejamos.